Gosto de como as pessoas olham, gosto como as pessoas se sentem envergonhadas.
Gosto por que na multidão, lá tá a razão pra eu viver mais.
Gosto das cores de pele, gosto das conversas rápidas e banais, devido o porcalhão sistema que estamos engendrados.
A sociedade não parece me encarar tão mal, estou apenas na procura de algo a mais.
Não dispenso o sorriso de cada manhã, por mais alienado que este ato esteja impregnado; sou melhor feliz do que mal-encarado.
Eu vejo as pessoas, como seres reacionários, embora, nem todas saem do sofá ou elas levam seus ideais até um blog; quando as vejo na rua, imagino ideias circundando a mente de cada um de forma bem vulgar e atraente, como se fossem elétrons livres.
Pessoas e seus belíssimos pormenores vieram a ser chamados de massa dominante ou massa alienada; não os chamo nem de massa nem de alienados, mas sim, grande numero populacional de ideias retidas.
Que baita desperdício, não?
Mas os mundos, as pessoas, não deixam de ser excepcionalmente maravilhosas.
Só tenho algo a declarar desta vez e olha que não sou nunca de poucas palavras: Do caralho esse texto, essa idéia, Pedro! Simplesmente do caralho!
ResponderExcluirMe senti fazendo parte da população de ideias retidas, mas tenho um consolo: ainda sou uma pessoa maravilhosa. Não falei que não consigo ser de poucas palavras... Bj. Telma Castilho.
Gosto do jeito que vc's se misturam...
ResponderExcluiré incrivél como são igualmente lindos e fascinantes, fico feliz porque sei que no mundo existem ao menos duas pessoas que são mais que excepicionalmente maravilhosas... E que de uma forma ou de outra "creiam" vocês despertam as pessoas!
Amo vc's dois..
Também te amo!
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