19/03/2011

Não contento-me com que escrevo.

Vejo-me em um lugar instaurado onde as contradições alimentam minhas teorias que nascem já ansiando a corrupção que o pensamento pode me trazer.

Estais vocês, lerem o que lhe escrevo e eu como qualquer terráqueo, busco os propósitos das pequenas coisas que faço.
Alimento-me pouco da loucura que me seduz incontrolavelmente; olhando arredores deste mundo banal, matura-se, loucura com poesia!

Nesta perspectiva, escorrego-me a questionar se és meu coração coberto de loucura!
Poeta, louco? Enfim!
Deseja-me tempo!O mais louco dos poetas!


Matura-me de loucura!Disto não falta na mente dos homens!E se, deste meu pedido, te fazeres insatisfeito,senhor dono do mundo,faças de mim um poeta!

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